Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”


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O “Novo” que Nunca Envelhece

Arigatougozaimassu.

O “novo” sempre exerceu fascínio sobre as pessoas. Muitas vezes é tão surpreendente que é até de assustar quando parece anular o antigo. No mundo religioso do Budismo Primordial, o novo, sempre foi bem visto e a renovação é sempre objetivada. Isso justamente porque o novo que aprendemos não é uma “nova criação”, mas sim o resgate da essência original. Por isso é motivo de alegria e representa a finalidade de uma prática. Esse é o novo que nunca envelhece, porque é verdadeiro, é a causa, é a essência, e a semente.

Na prática de fé não envelhecer, não estagnar, significa ser sempre um devoto ativo capaz de cumprir com as práticas mais básicas e simples sempre expressas nos ensinamentos tais como: Zelo para purificar a alma. Orientação compassiva para ensinar e se obrigar a fazer também. Oração diária dia e noite para se abastecer e combater a negligência. Assídua participação nos cultos para aprender sobre a fé. Realização de conversões para não ter uma fé individualista. Doações de acordo com o que pode para não deixar migalhas para o Gohouzen. Visitas assistenciais para estimular e ser estimulado pelo outros, etc. Essas são as práticas mais básicas. E para ver se a nossa fé não está envelhecida basta ver a intensidade com que desenvolvemos tais práticas, principalmente na medida da impessoalidade dela. Isto é, se procura sempre abranger uma segunda ou terceira pessoa. O Grande Mestre Nissen Shounin ensina em seu verso n.3379

 

助行には つれてあるけよ

新教化 現証を見て 信心をます

 

 

Aos cultos assistenciais

levem consigo os novos fiéis.

Testemunhando o recebimento da Bênção,

fortalecerão a própria fé.

 

Neste ensinamento aprendemos que, tanto quem leva como quem é levado, precisam ser novos. Manter a fé renovada é o que permite colocar em prática tanto o que se aprende pela primeira vez, como ajuda a praticar a mesma coisa como se fosse a primeira vez.

Vamos avançar em nossas práticas e em nossas vidas, mas sem permitir e abominando todas as formas de envelhecimento da fé e compaixão. Para isso, basta mantermos “o primeiro novo” em dia, através das principais práticas básicas que aprendemos.

 

 


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Discurso Religioso do Bispo Sato Nitiou (11/11/2007)


 

 

“O odaimoku é o remédio 
de excelente eficácia. 
O Sutra Lótus é a bula 
deste maravilhoso remédio”.

“Daimoku wa zekou rouyaku Hokekyou wa 
Kono myouyaku no kunougakinari” 
(Proferido no Templo Ryushoji, em 11.11.07)

O Odaimoku transmitido pelo Jyougyou Bossatsu é o mais sagrado e eficaz remédio que existe. Por isso, sempre que tivermos preces, é importante orarmos commpenetradamente. É esse o significado do verso.

Mesmo aqui no Brasil, cada caixa de remédio vem com as explicações, maneira de uso etc. É a bula. Atualmente a bula explica sobre os efeitos do remédio, modo de aplicação e a sua composição. Antigamente não era bem assim, aproveitavam para fazer propagandas e paarecerem melhores do que eram.

Todavia, por mais que as explicações sejam boas e a bula bem elaborada, não é ela que tomaremos. Quem realmente precisa do remédio, até deve seguir as instruções, mas, somente após tomar o remédio é que o efeito virá.

O odaimoku que recebemos do Jyougyou Bossatsu é o Darma que o Buda Primordial incorporou quando completou a prática de Bossatsu. Portanto, é o máximo e mais sagrado Darma que existe. E é isso que o Sutra Lótus como um todo, em específico o Honmon Happon, explica.

Em especial o Sutra Lótus, dentre mais de 84 mil ensinamentos de Buda, é o único ao qual Buda confere o adjetivo de “Verdadeiro”.

Todos os Sutras que Buda revelou antes do Sutra Lótus são meios preparatórios para conduzir à verdade. Mesmo assim, por mais maravilhoso que seja, por explicar sobre o conteúdo do Odaimoku do Jyougyou Bossatsu, ainda não passa de uma Bula. O mais importante é ingerir este maravilhoso remédio para obter o seu efeito. Isto é, orar o Namumyouhourenguekyou para receber as bênçãos.

Citação de Nissen:

“Por mais que tenha a vela, se apenas guardar e não acender continuará escuro. Mesmo recebendo o Odaimoku, se não orar, a bênção não se manifestará”.

Analogamente, algo só tem valia quando se usa, em relação ao Odaimoku, o importante é orar. A fé da Religião do Caminho Primordial na prática é isso, orar e fazer com que os outros orem também.

Isso é essencial.


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Visita Monge Shintoku Macedo


Arigatougozaimassu,

Boa Noite a todos.

De 27 de Setembro a 2 de Outubro de 2012 receberemos a visita do Sacerdote do Budismo Primordial (Honmon Butsuryu-Shu) Shintoku-Shi Macedo.

Quem tiver interesse de saber mais sobre o Budismo Primordial HBS, basta entrar em contato e agendar uma visita.

Grande abraço.

Arigatougozaimashita


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Sutra de Lótus Download Segunda Edição em Nova Formatação


Cristal Perfeito

Conforme anunciado no post A Contribuição de José Reinaldo Guerra, o Sutra de Lótus que fora disponibilizado para download em formato pdf na Internet em 25 de Setembro de 2010 contabilizava 4.915 downloads. Em sua nova formatação, o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosase apresentará assim no Adobe Reader:

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A Doutrina de Buddah


A doutrina (Sânsc: dharma. Páli: dhamma) budista começou a ser compilada pouco tempo depois do funeral de Buda. Buda apresentou seus ensinamentos e orientou para testá-los antes de aceitá-los, ele nos convida a conhecer e ver as coisas como elas são (Sânsc: yatha-butha-jnana-darshana).

Por doze anos, um dos maiores estudiosos e praticantes da Índia, Atisha, estudou muitos e muitos textos, coletâneas enormes de ensinamentos e comentários sobre a doutrina do Buda e as realizações dos grandes mestres. Depois de seus anos de estudo, chegou à conclusão de que, sem exceção, todos os métodos que o Buda ensinou (84.000 métodos) para propiciar a transição da mente ordinária para a extraordinária se resumiam em um ponto essencial: A bondade do coração. Na tradição do budismo, há muitos ensinamentos profundos, mas este é o néctar puro que origina a essência de todos eles.

O cultivo da bondade do coração ao longo de todo o cotidiano, a prática da virtude, compaixão, equanimidade (igualdade de ânimo, moderação), amor e alegria é o que leva ao caminho da iluminação.

De acordo com a história tradicional, um concilio de 500 monges altamente graduados (Sânsc: arhat) foi realizado em Rajagriha, Índia, sob liderança de um dos grandes discípulos de Shakamuni, o monge Mahakashyapa. Todos os discursos (Sânsc: sutra. Páli: sutta) de Shakamuni foram recitados, de memória, pelo monge Ananda. Da mesma forma, o monge Upali recitou todas as regras monásticas (Sânsc. vinaya). Na Índia, onde a religião é caracterizada pela transmissão oral de ensinamentos, é muito comum a memorização, utilizada até hoje em alguns monastérios budistas. No começo, a transmissão dos ensinamentos era feita oralmente; depois, eles foram compilados e escritos em folhas de palmeira.

Desta forma, os Sutras passaram a formar cinco coleções (Sânsc: ágam.Páli: nikaya).

Coleção Longa (Sânsc: dirghagama. Páli: digha-nikaya)
Coleção Média (Sânsc: madhyamagama. Páli: Majjhima-nikaya)
Coleção Associada (Sânsc: samyuktagama. Páli: Samyutta-nikaya)
Coleção Numérica (sânsc: ekottaragama. Páli: Anguttara-nikaya)
Coleção Curta (sânsc: kshurdrakagama. Páli: Khuddaka-nikaya), disponível em páli e em volumes dispersos, nas línguas chinesa e tibetana.

Essas coleções formam o Cesto de Discursos (Sânsc: sutra-pitaka. Páli: Sutta-pitaka); as regras monásticas compiladas no Cesto de Disciplinas (Sânsc. e Páli: Vinaya- pitaka) e as questões filosóficas no Cesto de Ensinamentos Especiais (Sânsc. Abidharma-pitaka. Páli: Abidhamma-pitaka). O grupo completo é chamado de Três Cestos (Sânsc. Tripitaka. Páli: Tipitaka) e constituem o cânone budista (música budista).

Os Sutras demonstram de forma bela a notável habilidade de Buda como mestre: Ele organiza seus ensinamentos de maneira clara, lógica e de fácil memorização, usando listas (as quatro nobres verdades, o caminho óctuplo, os cinco agregados etc.).

A Roda do Dharma

Quando Shakamuni fez seu primeiro sermão aos cinco ascetas, diz-se que ele fez girar a primeira volta da Roda do Darma (sânsc. dharma-chakra). Esta Roda do Darma simboliza os ensinamentos de Buda:

*Hourin: Um dos símbolos do budismo. O Darma (Hou) representa a verdade, os ensinos pregados por Buda. A roda (Rin) representa uma arma circular que os antigos reis da Índia utilizavam para caça. Ou seja, baseado nesta simbologia girar a roda do darma significa, tal como os reis derrotavam seus inimigos livremente, combater e livrar os seres dos inimigos ignorância e outros e conduzi-los a iluminação.

O primeiro sermão (Giro da Roda) de Buda Shakamuni foi dado aos cinco ascetas que estavam no parque das gazelas em Samath, Benares. Nesse sermão, Buda expôs um dos ensinamentos fundamentais do budismo: As Quatro Nobres Verdades (Sânsc: chatu-arya-satya).

Antes de falarmos sobres estas, vamos conhecer as Três Marcas do Darma/Sanbouin (Sânsc: trilakshana) com as quais o Buda diferenciou a forma de visão do budismo em relação as demais filosofias e crenças. São: A impermanência, o não-eu e o sofrimento. Quando acrescido de mais um item a “Serenidade do Nirvana” (Sânsc: Santam nirvanam) as três marcas, passam a ser são chamadas de quatro Marcas do Budismo.

Diante de críticas de alguns seguidores budistas, o nobre Tendai disse que tal lista serve como base para interpretação no budismo do pequeno veículo. (Iwanami Bukkyo Jiten)

A impermanência (Sânsc: anitya. Páli: anichcha) se refere ao fato de que todas as coisas passam por constante transformação, momento a momento. Do mesmo modo, a felicidade, a saúde, a vida, as propriedades… tudo é impermanente, instável.

O não-eu (Sânsc: anatman. Páli: anatta) se refere à ilusão de que possuímos uma entidade pessoal independente, ou atman. A idéia do “eu” só aparece em dependência de cinco agregados (forma, sensação, percepção, vontade, consciência) e, portanto, o “eu” não existe inerentemente, não existe pôr si mesmo.

O sofrimento (Sânsc: duhkha. Páli: dukkha) é melhor explicado relas Quatro Nobres Verdades:

I. A verdade do sofrimento (Sânsc: duhkkha): Todos os seres estão sujeitos à tristeza, à lamentação, à dor, ao desespero, aos problemas…
Buda não negou a existência da felicidade mundana, mas reconheceu que essas felicidades são impermanentes.

II. A verdade da causa (Sânsc: samudaya): A união dos cinco agregados faz surgir a ilusão de um ego. Nunca conseguimos satisfazer os inúmeros desejos desse ego impermanente, sem essência, sofredor. Dessa ilusão inicial, ou avidya, surgem os três venenos (Sânsc: klesha): o desejo (apego), o ódio (aversão) e a ignorância (desconhecimento). Do mesmo modo, surgem todos os outros venenos mentais, como o orgulho, a inveja etc.

III. A verdade da cessação (Sânsc: nirodha): Aqui, aplica-se a lógica da interdependência. A existência do sofrimento depende de sua causa; se essa causa for eliminada, suas conseqüências (sofrimento, desejo, ódio, ignorância) também desaparecerão.

IV. A verdade do caminho (Sânsc: marga): O Caminho Óctuplo (Sânsc: ashtanga-marga) é assim chamado por ser dividido em oito partes, este é o caminho do meio, o caminho do despertar, que conduz ao estado de nirvana, à extinção total do sofrimento.

A interdependência

O ensinamento do surgimento dependente (sânsc. pratitya-samutpada) diz que todo fenômeno aparece, se realiza e desaparece; estes três acontecimentos só podem ocorrer devido a certas causas e condições. Por isso, o Samsara (o mundo dos fenômenos) é condicionado, interdependente, ao contrário da paz infinita do nirvana, incondicionado.

A interdependência do Samsara foi esquematizada em doze elos, representados simbolicamente na roda da vida:

1. Ignorância (Sânsc: avidya): É o desconhecimento das quatro nobres verdades.

2. Formações (Sânsc: samskara): Resultantes da ignorância, são as vontades ou impulsos que originam as ações do corpo, da fala e da mente.

3. Consciência (Sânsc: vijnana): Como resultado das formações, há seis tipos de consciência, relacionadas aos seis sentidos (olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, mente).

4. Nome-e-forma (Sânsc: nama-rupa): “Nome” se refere às sensações, percepções, vontade e consciência, enquanto “forma” se refere aos elementos materiais: fogo, água, terra e ar. Forma, sentimentos, percepções, vontade e consciência são os cinco agregados* que compõem a existência; são resultantes da consciência.

5. Seis Sentidos (Sânsc: shadayatana): Visão, audição, olfato, paladar, tato e consciência, resultantes do nome-e-forma.

6. Contatos (Sânsc: sparsha): Resultantes do encontro dos seis sentidos com seus respectivos objetos (cores, sons, cheiros, sabores, formas/texturas, pensamentos)

7. Sensações (Sânsc: vedana): Resultantes dos contatos, são classificadas como agradáveis, desagradáveis ou neutras.

8. Desejos (Sânsc: trishna): Querer as coisas que trouxeram sensações agradáveis e não querer as coisas que trouxeram sensações desagradáveis.

9. Apego (Sânsc: upadana): Como resultado dos desejos, surgem quatro tipos de desejos, relativos aos prazeres, às visões, aos rituais e regras, e ao falso ego.

10. Existência ou vir-a-ser (Sânsc: bhava): Como resultado do apego, surgem três tipos de existências: Nos prazeres (Sânsc: kamadhatu), na forma (Sânsc: rupadhatu) e na não-forma (Sânsc: arupadhatu).

11. Nascimento (Sânsc: lati): É o processo em que surge em um dos reinos de renascimento, o aparecimento dos agregados e a aquisição dos sentidos, resultantes da existência.

12. Velhice-e-morte (Sânsc: lara-maranam): Velhice é a decadência que o corpo sofre com o passar da vida, e morte é a decomposição, a dissolução dos cinco agregados.

A [1] ignorância, o [8] desejo e o [9] apego são os venenos da mente; as [2] formações e a [10] existência são as ações; e os sete elos restantes são os resultados das ações. Todos os elos são interdependentes; a existência de um implica no aparecimento do elo seguinte. Ou seja~ a velhice e morte é conseqüência do nascimento, que é conseqüência da existência etc. Do mesmo modo, extinguindo-se a ignorância, desaparecem a formação, a consciência etc., até se extinguirem todos os elos, todos os sofrimentos.

*Os cinco agregados (Sânsc:Skandhas)

1. Forma (Sânsc: rupa): Refere-se ao mundo físico, ao corpo e a todas as coisas percebidas pelos sentidos, simbolicamente representados pelos quatro elementos – terra, água, ar e fogo.

2. Sensações ou sentimentos (Sânsc: vedana): Também é o sétimo dos doze elos citados anteriormente, e se refere às experiências agradáveis, desagradáveis ou neutras, resultantes do contato com os sentidos (olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, mente) com seus objetos (cores, sons, cheiros, sabores, formas/texturas e pensamentos).

3. Percepções (Sânsc: samjana): Diferenciação de cores, sons, odores, sabores, formas (incluindo texturas) e pensamentos.

4. Vontade ou formações (Sânsc: samskara): O segundo dos doze elos, abrange todas as atividades volitivas, todas as ações (Sânsc: karma) do corpo, da fala e da mente.

5. Consciência (Sânsc: vijnana): O terceiro dos doze elos, inclui os seis tipos de consciência que surgem do contato dos órgãos dos sentidos com seus respectivos objetos, consciência visual, consciência auditiva, consciência olfativa, consciência gustativa, consciência corporal e consciência mental.


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A Doutrina da Honmon Butsuryu-Shu Escrita pelo Grande Mestre Nissen Shounin em 1872


 


Momento da primeira pronúncia do Namumyouhourenguekyou feita por Nitiren Daibossatsu.
Rikkyou Kaishu – primeira pronúncia do Namumyouhourenguekyou

A religião transmitida por Nitiren e fundamentada no Caminho Primordial do Sutra Lótus denomina-se Butsuryu-Shu, por ter sido estabelecida pelo Buda Primordial. Consta no Sutra Lótus: “Dentre os Sutras, este é o Rei Soberano”. Por ter sido assim estabelecida e por explicar e ensinar tal fundamento denomina-se também Butsuryu-Kou.

Define-se como Imagem Sagrada o “Grande Mandala de todos os Darmas do Universo”.
Consta no Sutra Lótus: “A plenitudede Buda se encontra neste Darma”. É a prova escrita que fundamenta o Odaimoku como Mandala de todos os Darmas do Universo.

As cinco sílabas (Myou-hou-ren-gue-kyou) não representam uma escrita nem um significado, mas o espírito completo de Buda. São os Três Mil Mundos inerentes ao devoto. É a natureza búdica de todos os seres.

Todo o ato, a fala e o silêncio dos seres se originam de um só sentimento. Portanto, ao serenar seus sentimentos, sem hesitação, detendo-se unicamente ao Myouhou, não se perderá no ciclo de vida e morte, a lealdade ao soberano e o amor filial serão verdadeiros. O nível da fé será o caminho direto ao estágio da iluminação. Também o estabelecimento, por si só, dos caminhos da bondade, da ética, do respeito, da sabedoria e da fé serão o Darma da tranquilidade do presente. Não se perdendo no ciclo de vida e morte terá o renascimento afortunado.

As doutrinas não-budistas também tem como base o domínio espiritual para a paz de uma nação.

No budismo essa base está obviamente presente. Além disso, as doutrinas budistas pregam o Darma que incentiva o bem e abomina o mal, ensinando a lei da causa e do efeito que relaciona os três mundos: passado, presente e futuro. Expandem o grande Darma do conforto no presente e no futuro. Predestinam a paz na Terra, o Darma da tranquilidade no presente e o renascimento na Terra Pura.

Este é o Grande Darma do Caminho Primordial do Sutra Lótus.

Não se faz dos budas e dos céus o nosso Gohonzon (Imagem Sagrada). Faz-se do Verdadeiro Darma, o qual todos tem como mestre, o nosso Gohonzon (Imagem Sagrada).

Portanto, este é o Sutra. É o grande objetivo de Nitiren Daibossatsu ao estabelecer esta religião.

Escrito por Nagamatsu Seifuu (Grande Mestre Nissen Shounin)
5 de junho de 1872

História resumida do grande Mestre Nissen Shounin (Vídeo) 



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Cristal Perfeito

Através de contatos estabelecidos pelo amigo William Garcia, em 21 de julho de 2010, recebi a visita dos Sacerdotes Gyoen Campos de São Paulo, e Yoshikawa Jyunsho-shi do Rio de Janeiro, ambos da HBS – Honmon Butsuryu Shu do Brasil. Eles desejavam constatar, “in loco”, algo que William lhes informara em São Paulo. A foto fala por si.

Foi um momento crucial, pois, pela primeira vez no Brasil, uma entidade religiosa manifestava apoio ao trabalho de tradução do Sutra de Lótus para o português brasileiro. Até então, recebera apoio e incentivo apenas da BTTS – Buddhist Text Translation Society in USA – Estados Unidos, autora dos originais traduzidos para o português.

Em 30/05/2011 o Sacerdote Gyoen Campos escreveria:

“Sr. Marcos,

gostaríamos de disponibilizar o Sutra do Lótus do Sr. no nosso site www.budismo.com.br. O temos lá, mas naquela versão portuguesa de João Rodrigues. Seria muito mais interessante colocar a…

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Blog Cristal Perfeito

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Arigatougozaimassu,

Quero indicar um Blog que acredito que não seja novidade para ninguém que busca informações sobre Budismo. O Blog Cristal Perfeito do Srº Marcos Ubirajara Camargo.
Já fiz inúmeras visitas ao Blog e sempre quis entrar em contato com o Srº Camargo, mas confesso que sempre fiquei envergonhado de enviar uma mensagem.
Na semana passada entrei no Blog para pegar o contato e solicitar uma autorização para postar o link da versão digital do Sutra Lotus quando me deparo com um post do Srº Camargo recebendo a visita dos Monges da Honmon Butsuryu-Shu.
Esse evento me encheu de felicidade naquele instante!
Achei muito legal o reconhecimento da HBS à essa incrível obra de tradução do Sutra Lotus ao Português do Srº Camargo.

O endereço do Blog é http://www.muccamargo.com

Grande abraço a todos!

Arigatougozaimashita.

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