Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”


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Quer ser um fiel da HBS? – Converta-se!


Arigatougozaimassu.

Após as alterações no site http://www.budismo.com.br o link que haviamos postado antes acabou sendo desativado.

Agora para os que tiverem interesse em se converter e só preencher o cadastro no link http://www.budismo.com.br/converta.php

Esse cadastro serve para que seja preenchida sua ficha de fiel e para que os monges da Honmon Butsuryu-shu possam agendar uma visita para conversar com você e passarem todas as orientações necessárias e se for de seu interesse fazer a sua conversão.

Arigatougozaimashita!


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Programa Despertar Budista – Programa 4 FEV 2011


Arigatougozaimashita,

Nos dias 2 e 3 de março de 2011 receberemos a visita aqui no Rio Grande do Sul do Arcebispo do Brasil da Honmon Butsuryu-Shu Kyohaku Correia.

Mais um programa Despertar Budista para você acompanhar.

Programa 4 – FEV 2011

Arigatougozaimashita

 


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Jornal Primordial


Arigatougozaimashita,

Primeira edição do Jornal Primordial, uma produção dos Jovens do Templo Nikkyoji dirigido pelo Kyougyou Amaral.

Muito bom! Sempre que tiver uma nova edição postaremos no Blog

Arigatougozaimashita.

Direção: Kyougyou Amaral
Texto: Kyougyou Amaral
Imagens: Kyougyou Amaral
Edição: Kyougyou Amaral

Repórter: Hideki Iwamoto
Jornalista 1: Thaís Yumiko Yoshida
Jornalista 2: Yuudi Correia

 


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Gohoumon: Nunca Duvide


Arigatougozaimassu,

Discurso Religioso do dia 18/01/2011 – Templo Central Nikkyoji – Sacerdotisa Kondo Myoushuu.

Arigatougozaimassu.

Conto Budista

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A História do monge (Shuri Handoku)
-Ouvir Muito e Agir

Havia dois irmãos. O mais velho chamava-se Maka Handoku tão inteligente que para entender algo meia palavra bastava. Era capaz de descobrir o resto. Tinha 500 discípulos e era chamado de professor Dairo.
Por outro lado seu irmão mais novo Shuri Handoku, também chamado de Guro, era tão ignorante que mal conseguia decorar seu próprio nome. Shuri significa pequeno e Handoku, caminho. Mas as pessoas o chamavam mesmo era de Guro.

O irmão mais velho, após ter aprendido as maravilhas dos ensinamentos de Buda, através dos nobres discípulos de Buda Sharihotsu e Mokuren, logo se tornou sacerdote.
Guro ficou sozinho em casa. Depois de muito pensar, resolveu buscar ajuda do irmão, aclamado e respeitado por todos como mestre Dairo. Seu irmão o recebeu e passou a orientá-lo. 
Porém, a ignorância de Guro era a mesma de nascença. Não conseguiu aprender nenhum ensinamento. Seu irmão, que já não agüentava mais, lhe disse:

– Se não consegue cumprir o mínimo dos mandamentos acho melhor ir embora. Não permitirei mais que fique aqui. Vá agora! Guro saiu. Do lado de fora, ficou tristonho. Enquanto estava em frente ao portão Buda passou, pegou-lhe a mão e disse-lhe que cuidaria dele. Logo em seguida ordenou a Anan que fosse o seu professor.
Tanto Anan como Guro se esforçavam o máximo.
Mesmo assim, após três meses de esforço Guro não havia aprendido uma palavra sequer. Anan procurou Buda e lamentou ter que relatar.

– Mestre, não consegui.

Buda pegou a mão de Guro, levou-o até a entrada do templo, onde todos tiravam os sapatos para entrar e disse:

– Limpe todos os sapatos das pessoas que aqui entrarem. Também, pegue uma vassoura e varra as proximidades da entrada. E, sempre que encontrar as pessoas ou estiver varrendo pronuncie o tempo todo:
Eu espano a poeira para limpar minha sujeira.
Neste templo entravam e saiam muitas pessoas.

E a cada uma delas Guro dizia:

Eu espano a poeira para limpar minha sujeira.
Após tanto repetir as mesmas palavras acabou aprendendo-as. Também, ao mesmo tempo, percebeu seu significado. Ou seja, de que a poeira e a sujeira representavam o carma negativo impregnado em seu corpo, fala e mente. E que o espanar significava que deveria se livrar desse mal.

Buda elogiou-o, e disse:

– Parabéns, a partir de hoje não mais será chamado de Guro, se chamará nobre Shuri Handoku.

As pessoas pensaram a seu respeito:

– O quê? Aquele idiota é nobre agora?
– Buda sempre diz que o Darma é profundo, que compreender e respeita-lo é muito difícil. Por que logo aquele ignorante se tornaria nobre?
Buda, com seus poderes divinos, logo percebendo a insatisfação geral, ordenou a Guro:
– Amanhã muitos monges e monjas se reunirão aqui, quero que profira o discurso religioso a todos eles.
Agora sim era a prova de fogo. Justo Guro, que demorou a aprender o próprio nome e para um único ensinamento demorou três meses. Mesmo assim ele teria que transmitir o ensinamento diante de todos.
Dentre aqueles que iriam ouvir havia aqueles que se sentiram ridicularizados. Aqueles que imaginavam preparar-lhe um assento tão bonito e nobre que ele não se sentiria à vontade de sentar e sairia correndo. Também havia aqueles que planejavam bombardeá-lo de perguntas, com a intenção de torturá-lo.

Por outro lado vejamos o que Guro pensava:

– Por que Buda ao invés de pedir para outro discípulo mais inteligente veio pedir justo a mim? Porém, Guro não tem dúvida ou pretensão alguma. Afinal ele só sabia um ensinamento. Portanto, transmiti-lo era tudo o que tinha a fazer.

Chegou o grande dia, Guro, sem receio algum, sentou sobre o assento luxuoso e, dali, proferiu:

Eu espano a poeira para limpar minha sujeira. Esse ensinamento nos transmite que a poeira é o mal que está impregnado em nossa mente, oralidade e expressões físicas. Espanando-os, ou seja, praticando a fé e os ensinamentos de Buda de modo correto, nos tornaremos (limpos) e verdadeiramente iluminados.
Era a única coisa que ele sabia e também fazia. Toda simplicidade, embutida na universalidade do ensinamento que transmitiu comoveu as pessoas.
Não houve ninguém que saísse durante a sua pregação, ou que fizesse alguma pergunta.
Compreendendo que “Todos os aprendizados se reúnem numa só prática” reverenciaram-no, respeitosamente e, em uma voz alta, agradeceram dizendo:

– Muito obrigado Nobre Shuri Handoku.VISITE: http://www.budismo.com.br

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