Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”


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A Doutrina da Honmon Butsuryu-Shu


A religião transmitida por Nitiren e fundamentada no Caminho Primordial do Sutra Lótus denomina-se Butsuryu-Shu, por ter sido estabelecida pelo Buda Primordial. Consta no Sutra Lótus: “Dentre os Sutras, este é o Rei Soberano”. Por ter sido assim estabelecida e por explicar e ensinar tal fundamento denomina-se também Butsuryu-Kou.

Define-se como Imagem Sagrada o “Grande Mandala de todos os Darmas do Universo”.
Consta no Sutra Lótus: “A plenitudede Buda se encontra neste Darma”. É a prova escrita que fundamenta o Odaimoku como Mandala de todos os Darmas do Universo.

As cinco sílabas (Myou-hou-ren-gue-kyou) não representam uma escrita nem um significado, mas o espírito completo de Buda. São os Três Mil Mundos inerentes ao devoto. É a natureza búdica de todos os seres.

Todo o ato, a fala e o silêncio dos seres se originam de um só sentimento. Portanto, ao serenar seus sentimentos, sem hesitação, detendo-se unicamente ao Myouhou, não se perderá no ciclo de vida e morte, a lealdade ao soberano e o amor filial serão verdadeiros. O nível da fé será o caminho direto ao estágio da iluminação. Também o estabelecimento, por si só, dos caminhos da bondade, da ética, do respeito, da sabedoria e da fé serão o Darma da tranquilidade do presente. Não se perdendo no ciclo de vida e morte terá o renascimento afortunado.

As doutrinas não-budistas também tem como base o domínio espiritual para a paz de uma nação.

No budismo essa base está obviamente presente. Além disso, as doutrinas budistas pregam o Darma que incentiva o bem e abomina o mal, ensinando a lei da causa e do efeito que relaciona os três mundos: passado, presente e futuro. Expandem o grande Darma do conforto no presente e no futuro. Predestinam a paz na Terra, o Darma da tranquilidade no presente e o renascimento na Terra Pura.

Este é o Grande Darma do Caminho Primordial do Sutra Lótus.

Não se faz dos budas e dos céus o nosso Gohonzon (Imagem Sagrada). Faz-se do Verdadeiro Darma, o qual todos tem como mestre, o nosso Gohonzon (Imagem Sagrada).

Portanto, este é o Sutra. É o grande objetivo de Nitiren Daibossatsu ao estabelecer esta religião.

Escrito por Nagamatsu Seifuu (Grande Mestre Nissen Shounin)
5 de junho de 1872




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Prática da Fé


Shugyo significa uma incansável pratica, e estudo, de uma determinada matéria religiosa.
Shu – incorporar em si aquilo que experimentou.
Gyo – andar para frentem levantando alternadamente cada perna. Resumimos como prática da fé.
Aquele que pratica a fé é um fiel que, através da prática, desperta seu Buda interior, reunindo-se, assim, a sua essência original e divina. Se é fácil ou difícil não é a questão.
O que importa é que é possível, que Buda nos demonstrou essa possibilidade, deixando-nos meios e ensinamentos para superarmos todas as dificuldades, as quais ele mesmo passou. Em uma de nossas orações temos a mensagem seguinte:
“Rogo para que vida após vida, mundo após mundo, converta todos os seres e que jamais por toda a eternidade abandone a prática da fé” assim, nos conscientizamos de que somente a prática da fé, ininterrupta, poderá concluir essa prece e juramento.
Curiosamente, esta oração é feita antes das refeições, com o seguinte significado.
Tendo a gratidão pelo alimento como algo obviamente fortificante, claro, deverá demonstra-la no cumprimento da razão de estar se alimentando.
Nosso corpo se fortalece, fisicamente, pela ingestão do alimento que nos é concedido, para lutarmos, nitidamente, pela felicidade dos seres e nosso espírito se fortalece na prática incansável da pronúncia e do trabalho pela expansão do Namumyohorenguekyo.
A prática da fé não depende da cultura de um indivíduo. Existem pessoas que são conhecedoras profundas da filosofia budista, mas isso não quer dizer que sejam mais religiosas, ou portadoras de maior espírito de fé, que as ignorantes no assunto.
Na HBS, é considerada mais importante a prática, do que a teoria budista, pois Nitiren Shonin já a estudou em nosso lugar, deixando que nós a praticássemos, traçando o caminho que devemos seguir.
Também há quem tente imita-lo, porém, levariam vidas para concluir e não sobraria tempo para a prática que é o essencial.
Certa vez um devoto perguntou a Nitiren Shonin se havia diferença entre a sua oração, como um homem humilde e leigo, e a oração feita por um grande mestre como ele.
Nitiren indagou-lhe se havia diferença entre uma vela acesa por uma criança e outra por um adulto.
Disse, também, que a força do Namumyohorenguekyo não está na palavra da pessoa e sim na fé com que a pronunciamos.
Se a prática da fé fosse tão difícil, e que só uma determinada categoria de pessoas pudesse praticar, apenas essas pessoas conseguiriam salvação.
Mas para a oração do Namumyohorenguekyo, todos os seres entre o céu e a terra merecem a paz eterna.
O orientador dos estudos religiosos, na HBS, é chamado de Sacerdote. Ele é encarregado de ministrar os ensinamentos e, ao mesmo tempo, orientar os fiéis para que não percam o caminho da verdade. A nós, fiéis, cabe proteger e auxiliar o Sacerdote para que possa dedicar0se com afinco à sua missão. Há aí uma ajuda mútua a fim de podermos, todos juntos, praticarmos a fé.

A prática da fé não se resume em pronunciar algumas vezes as orações ou orarmos apenas quando bem entendemos. Mas, sim, em repetir esta prática por váriaz vezes diante do “Gohonzon” independente das circunstâncias. Aos poucos sentiremos o despertar das boas qualidades em nossos corações, o que constitui a essência de Buda. Essa sensação de bem-estar espiritual aos poucos vai se propagando em toda a nossa casam em nossa rua, em nossa cidade, em nosso país, e foi justamente esse o ideal proposto por Nitiren Shonin.
Ter a fé budista não é querer o bem para si próprio somente, e, sim, visar também aos outros, ao país e a toda humanidade.      Como discípulos de Nitiren e de Buda temos grande missão a cumprir, com essa prática da fé tendo como prioridade o que chamamos de Kyoke Shakubuku. (Orientação compassiva para conversão de novos fiéis).
Quando praticamos para nós mesmos, denominamos “prática pessoal” (Jygyo) e quando praticamos em favor de outros: “prática impessoal” (Ketta). ]
A frase “ketta soky jigyo” significa: A prática da fé impessoal já inclui a prática pessoal.
Ou seja, fazer para os outros é fazer por si mesmo.
Este é um dos princípios básicos da prática da fé que nos condiciona ao acúmulo de virtudes e ao recebimento das bênçãos.
No caso de uma empresa, por exemplo, ela progride porque seus funcionários esforçam-se, e, graças a esse esforço, têm um ordenado melhor devido à grande produção da mesma.
Seria o mesmo que trabalhar para os outros em benefício de si mesmo.
A Sony (atualmente uma das mais afamadas marcas de artigos eletrônicos) era uma pequena firma, não muito bem situada economicamente, onde então todos os funcionários aceitaram a redução do ordenado visando, somente, o progresso desta.   Assim, o espírito de coexistência é a essência da nossa religião: se a sociedade melhorar, a nossa vida melhorará, se o Brasil progredir, todos nós progrediremos também.
Para melhor orientarmos sobre esses atropelos da vida é que devemos participar dos cultos nos Templos, e nas residências, e devemos prestar total dedicação ao ato religioso.


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Buddha ou Deus, qual a diferença?


Creio que a história cultural venha a ser o fator que mais dificulta a resposta desta pergunta. Quando Nitiren Daibossatsu iniciou sua pregação no Japão, também passou pelas mesmas dificuldades, precisou evidenciar a existência do Buda Primordial, além da personalidade do Buda histórico, até então único conhecido. Por isso diferenciar não seria a colocação mais correta. Certamente, ao invés de diferenciar, sobrepor um conceito abrangente e único seria a definição mais adequada a esta questão.
Antes de responder, porém, deveríamos analisar qual é a conotação e significado dado a cada uma dessas palavras. Buda é um adjetivo que significa “Aquele que é perfeito”.

No Brasil todos costumam dizer que “Só Deus é perfeito”. Portanto, a partir deste angulo e análise, vemos que fala-se de uma personalidade a partir de nomes e adjetivos diferentes.

Contudo, chamam de Deus o que nunca viram de forma física ou que esteve presente alguma vez na história da humanidade. No budismo quando dizemos “Buda Primordial” nos referimos ao Ser e energia que rege o universo e que nos pregou pessoalmente o Sutra Lótus, mais especificamente os Oito Primeiros Capítulos do Caminho Primordial do Sutra Lótus, e mais, comprovou sua condição e vida eterna invocando os Bossatsu Emergidos da Terra. Acima de tudo também, nos deixou a fórmula “Namumyouhurenguekyou” da iluminação, para que pela fé e compaixão, pudéssemos sem discriminações sermos conduzidos a plena felicidade.

Também, não aceitamos de maneira alguma um Deus que cria, descria, manipula o destino, conduz ao céu os bonzinhos e castiga os malvados. Isso tudo sim é “criação” de manipuladores religiosos que impuseram a religião por meio de superstição, medo e temor. A história registra bem tudo isso que aconteceu e ainda acontece.

Para não cairmos nesta discussão terminológica que não traz nenhum tipo de beneficio é que, costumeiramente denominamos a entidade divina suprema de Buda Primordial. Está acima de qualquer tipo de Buda, Deuses, divindades e outros.


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Buddha Primordial e Buddha Histórico você sabe a diferença?


O Buda Primordial (Kuon no Honbutsu) como o próprio nome diz é “Primordial” é “Original”. Não tem começo nem fim. É a divindade única que rege o cosmos e que na história da humanidade, no momento da pregação dos Oito Primeiros Capítulos do Caminho Primordial do Sutra Lótus (Honmon Happon e somente durante este trecho) através do corpo físico do Buda Histórico revelou sua existência, identidade e acima de tudo, pessoalmente nos transmitiu os ensinamentos.
Portanto, podemos dizer que vimos pessoalmente a divindade e que, pela soberba compaixão e presença fez da Terra a Terra Pura ao nos pregar os ensinamentos -(o Namumyouhoureguekyou)- fez de nós os seres mais privilegiados dentre os seres.
Já o Buda Histórico, dentre incontáveis mundos do universo é o Buda encarregado (pelo Buda Primordial) aqui da terra. É claro que é uma emancipação do Buda Primordial, ou seja, uma manifestação física e transitória que nasceu com a missão de nos ensinar sob a mesma forma “humana” e passando pelos mesmos obstáculos mundanos, conseguiu atingir a iluminação e, principalmente expandi-Ia.
Justamente por ser transitório não é correto tê-lo como objeto de veneração. Justamente por isso que nos templos da Butsuryu-Shu não existem estátuas de Buda , ao contrário de tantos outros templos budistas. Não podemos venerar algo temporário, sujeito a mutabilidade e, por mais iluminado que seja, essa iluminação não pode ter acontecido agora pela primeira vez.
A forma de venerarmos o Buda Primordial é venerando-o na sua forma espiritual , a do Gohonzon. Não na estátua de Buda, pois o próprio Buda baniu tal forma de devoção. Toda vez que oramos o Odaimoku incorporamos o Buda Primordial e recebermos a virtude da sua iluminação.

Visite: WWW.BUDISMO.COM.BR


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As críticas em relação ao Budismo de Nitirem


Arigatougozaimashita,

Sou budistas a 20 anos e já passei por diferentes escolas budistas mas acabei me identificando mesmo com o Budismo de Nitiren e sou um seguidor do Sutra Lotus.

Em minhas pesquisas pela internet sempre encontro discussões relacionadas ao Budismo Nitiren e se realmento pode ser considerado Budismo. Minha resposta é obvia, mas é SIM, Budismo de Nitiren é budismo nós da Honmon Butsuryu-Shu seguimos os ensinamentos do Sutra Lotus, Nitiren Daibossatsu e do Grande Mestro Nissen Shounin.

Já vi até comparações com Igrejas Evangélicas, o que para ser sincero não me incomoda em nada por achar que cada um tem o direito de acreditar no que quiser e isso não faz de ninguém uma melhor ou pior pessoa, apenas diferente na questão de pensamento religioso.

Como existem mais de 40 (isso mesmo quarenta!) diferentes escolas que seguem os ensinamentos do Grande Mestre Nitiren Daibossatsu acaba-se misturado tudo e dizendo que todas são iguais.

Essa desinformação também é causada por algumas vertentes da escola Nitiren e por terem desavenças antigas  causadas por motivos que não vem ao caso comentarmos agora, que já foram abordados em outro Post.

Muitas pessoas fazem comentários desse tipo de por pura falta de conhecimento e por analisar pelas  linhagens que conheceram ou por comentário de ex-fiéis descontentes de algumas seita que possa seguir os ensinamentos de Nitiren.

Uma das linhagens que acaba  gerando muitos comentários é a SGI, mas isso por ela não ter ligação com nenhum Templo Budista ou com membros do clero. A SGI é uma ONG humanitária formada por leigos com diversas sedes espalhadas pelo mundo cujo o maior objetivo é aumentar seu número de fiéis e manter as atividades de sua organização em diversos paises e isso custa muito dinheiro e por esse motivo acaba tendo um comportamento de empresa, com metas, arrecadações e vendas de jornais,livros e revistas e antes que alguém me pergunte, SIM eu conheço a BSGI por dentro.

Sim, eu já fiz parte da SGI (assumo que por um curto período de tempo) e não me adaptei muito ao sistema deles, mas admito que fez parte da minha história em busca do verdadeiro budismo ou seja, aonde no meu ponto de vista eu realmente “me encontrei” o Budismo da Honmon Butsuryu-Shu.

SIM, existem vários tipos de budismo mesmo que alguns digam que não, essa realidade não mudará e até mesmo o Buddha Shakyamuni (Siddharta Gautama) exclareceu a existência de varios Budas antes e depois dele, na linhagem que sigo da Honmon Butsuryu-Shu reverenciamos o Buddha Shakyamuni  e afirmamos que o Buda Primordial é o  Buddha Primordial (Kuon no Honbutsu) e que esta energia primordial da vida incorporou-se em Sidarta Gautama, de forma mediúnica, então se quisermos, podemos considerar os termos Deus e Buda Primordial como sinônimos.

Agora se dizem que não é budismo por algumas linhagens como é o caso da BSGI e Nitiren Shoshu afirmarem que  Nichiren é o Buda Original e Sakyamuni,  Buda Histórico não vejo problema algum pois o próprio Buddha Shakiamuni disse que houveram muitos Budas antes de e que muitos ainda virão, não consigo entender porque é tão dificil aceitar que chamem Nitiren de Buda.

Agora se essas afirmações são por não usarmos em nossos altares a imagem do Buda Shakyamuni devemos lembrar que muitas outras linhagens do budismo também não a usam como por exemplo o Zen e Terra Pura, embora lembrando que algumas linhagens de Nitiren usem a imagem de Shakiamuni e outras de Nitiren e em algumas ambos.

Mas o ostentar ou não a imagem de Shakyamuni não quer dizer que somos ou não budistas, devemos lembrar que no Último Sermão de Buddha (Mahaparanibhanasutta para os Teravadas) se a Sangha (ordem) desejar, após seu falecimento, poderão alterar todos os preceitos menores. E lembramos que os preceitos maiores são os três tesouros: o Buda, o Darma e a Sanga e os menores os demais aspectos.

Mas se a polêmica se dá por venerarmos um Buddha anterior a Shakyamuni devemos lembrar que no Budismo Terra Pura é venerado um Buddha bem anterior a Shakyamuni o Buddha Darmákara

Discutir se um Budismo é Budismo ou não é como discutir sobre qul é o melhor time de futebol do Brasil num debate onde tenhamos um torcedor de cada time, não chegarems a lugar algum. Cabe a cada um estudar,refletir e ver qual é o melhor caminho a seguir.

E o mais importante SIGA OS ENSINAMENTOS DE BUDDHA e NÃO AS PESSOAS!!!!

Desculpem o longo texto e esse post foi criado apenas para tentar esclarecer algumas dúvidas que surgiram.

Qualquer dúvida é só deixar um comentário e se quiserem visitem o site da HBS onde poderam encontrar muito mais informação sobre o Budismo de Nitiren

Arigatougozaimashita!


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Budinha ( O Buda Gordo) Não é o Buddha Shakyamuni (Siddhartha Gautama).


Arigatougozaimashita,

Hoje irei falar sobre o tão famoso Budinha, aqueles que as pessoas tem em casa e acreditam que colocando modeadas ou deixando-o de costas para a porta trás riqueza e felicidade.
Ouvi no metrô uma conversa de duas meninas coversando sobre religião e uma das frases mais interessantes foi mais ou menos assim Se o budismo é do desapego e serenidade e os caras fazem jejum toda hora, como é que o Buda é gordão?
Achei engraçado, mas compreendi a dúvida ao contário do que as pessoas pensam e divulgam o famoso budinha NÃO É o Buddha Siddhartha Gautama ele é Hotei ou Hotei-San, um dos 7 deuses do Xintoismo.
É o senhor da magnanimidade, da generosidade humana. Vive rindo, sempre de bom humor, e por isso mesmo, traz saúde e felicidade, pois está sempre satisfeito com o que tem. Dizem que Hotei tem recurso interior para todos que queiram atingir a serenidade completa e sabedoria búdica. Geralmente é representado com uma enorme barriga e roupa caindo pelos ombros. Seu abdômen avantajado não simboliza a gula, pelo contrário, é símbolo da satisfação.

Hotei, conhecido como o “Buda gordo”, é na verdade a representação de um monge chinês frequentemente encontrado em templos, restaurantes e amuletos. No folclore da China, ele acabou sendo associado a Maitreya. Para os japoneses, o “hara” (ventre) representa o coração e personalidade, portanto seu vasto “hara”, representa grandiosidade de espírito.

No Ocidente ele é muitas vezes erroneamente visto como uma representação do Buda Siddhartha Gautama. Segundo a crença popular, apreciar uma pintura ou ter uma estatueta de Hotei espanta as preocupações.
Aqui em Porto Alegre no mais famoso Parque da cidade temos o Recanto Oriental que popularmente é Chamao de Buda da Redenção por ter uma representação do monte Fuji e um templo com uma estátua grande de Hotei.


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Quer assistir os Gohoumons pela internet?


Gohoumons são os ensinamentos do Grande Mestre Nissen Shounin transmitidos pelos monges da HBS em cultos nos templos.
Você pode assistir pelo Youtube.
BUDISMO PRIMORDIAL NO YOUTUBE


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NAMUMYOHOURENGUEKYO!


Arigatougozaimashita,

Muita gente me pergunta o que significa NAMUMYOHOURENGUEKYO!

Na interpretação literal, dentro das sete sílabas Namu-myou-hou-ren-gue-kyou, as duas sílabas “Myou-Hou” são as mais importantes.

O prefixo “Namu” representa a promessa de plena devoção ao que vem depois, ou seja, Myouhourenguekyou.

Myou” (místico,maravilhoso,inefável), significa algo que está totalmente além da nossa capacidade de compreensão e imaginação. É um adjetivo que magnífica o “Hou” (Darma), ou seja, todo o conteúdo da pregação do Sutra Lótus, o Darma como um todo é adjetivado pelo Myou. Mas, isso não significa que somos obrigados a praticar sem compreender.

“Rengue” ao pé da letra é “Flor de Lótus”. Como é sabido, a flor de lótus enraíza na lama e desabrocha uma flor tão branca que chega a representar o branco mais puro do mundo.

No caso da Flor de Lótus de um país quente como a Índia, a circunferência da flor é grande e quando desabrocha, dizem que chega a fazer um estalo. Habitar numa circunstância tão “suja” (adversa) e desabrochar um branco tão puro, representa como devemos viver nesse mundo sem desmerecê-lo ou desejar abandoná-lo. Ou seja, sem cair na tentação, resistir ao mal, sem se macular às circunstâncias e adversidades e ao mesmo tempo se fortalecendo por elas. Dessa forma podemos sim desabrochar, concretizar a iluminação e sermos felizes.

Kyou ao pé da letra significa “Linha Vertical” e está representando uma linha, uma unidade que representa a verdade e que transcende aos tempos de modo inalterável.
Kyou também significa “Sutra”, aqui em específico o Sutra Lótus, onde constam as palavras douradas de Buda que seguimos e não se alteram com o passar dos tempos.

Nós do Budismo HBS dizemos que o significado do NAMUMYOHOURENGUEKYO é causa, essência e semente da iluminação,transmitida pelo Jyougyou Bossatsu.

Arigatougozaimashita!

“Se és discípulo aja como discípulo.
Discípulo é herdar e expandir o
verdadeiro sentimento do Grande Mestre
NITIREN DAIBOSSATSU.”

Mestre Aoki

FONTE: HBS – Honmon Butsuryu-Shu


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Informações sobre o Budismo Pimordial


Para obter informações sobre o Budismo Primordial visite o site oficial da Honmon Butsuryu-Shu do Brasil

Se quiser tirar suas dúvidas ou apenas saber mais sobre o Budismo Primordial no RS é só deixar um comentário que responderemos o mais rápido possível.

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