Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”


Deixe um comentário

Como Pronunciar as Orações da HBS


Arigatougozaimassu,

Hoje posto para vocês um link com a pronúncia correta das Orações da HBS

playermp3.swf

Arigatogozaimassu.


Deixe um comentário

Prática da Fé


Shugyo significa uma incansável pratica, e estudo, de uma determinada matéria religiosa.
Shu – incorporar em si aquilo que experimentou.
Gyo – andar para frentem levantando alternadamente cada perna. Resumimos como prática da fé.
Aquele que pratica a fé é um fiel que, através da prática, desperta seu Buda interior, reunindo-se, assim, a sua essência original e divina. Se é fácil ou difícil não é a questão.
O que importa é que é possível, que Buda nos demonstrou essa possibilidade, deixando-nos meios e ensinamentos para superarmos todas as dificuldades, as quais ele mesmo passou. Em uma de nossas orações temos a mensagem seguinte:
“Rogo para que vida após vida, mundo após mundo, converta todos os seres e que jamais por toda a eternidade abandone a prática da fé” assim, nos conscientizamos de que somente a prática da fé, ininterrupta, poderá concluir essa prece e juramento.
Curiosamente, esta oração é feita antes das refeições, com o seguinte significado.
Tendo a gratidão pelo alimento como algo obviamente fortificante, claro, deverá demonstra-la no cumprimento da razão de estar se alimentando.
Nosso corpo se fortalece, fisicamente, pela ingestão do alimento que nos é concedido, para lutarmos, nitidamente, pela felicidade dos seres e nosso espírito se fortalece na prática incansável da pronúncia e do trabalho pela expansão do Namumyohorenguekyo.
A prática da fé não depende da cultura de um indivíduo. Existem pessoas que são conhecedoras profundas da filosofia budista, mas isso não quer dizer que sejam mais religiosas, ou portadoras de maior espírito de fé, que as ignorantes no assunto.
Na HBS, é considerada mais importante a prática, do que a teoria budista, pois Nitiren Shonin já a estudou em nosso lugar, deixando que nós a praticássemos, traçando o caminho que devemos seguir.
Também há quem tente imita-lo, porém, levariam vidas para concluir e não sobraria tempo para a prática que é o essencial.
Certa vez um devoto perguntou a Nitiren Shonin se havia diferença entre a sua oração, como um homem humilde e leigo, e a oração feita por um grande mestre como ele.
Nitiren indagou-lhe se havia diferença entre uma vela acesa por uma criança e outra por um adulto.
Disse, também, que a força do Namumyohorenguekyo não está na palavra da pessoa e sim na fé com que a pronunciamos.
Se a prática da fé fosse tão difícil, e que só uma determinada categoria de pessoas pudesse praticar, apenas essas pessoas conseguiriam salvação.
Mas para a oração do Namumyohorenguekyo, todos os seres entre o céu e a terra merecem a paz eterna.
O orientador dos estudos religiosos, na HBS, é chamado de Sacerdote. Ele é encarregado de ministrar os ensinamentos e, ao mesmo tempo, orientar os fiéis para que não percam o caminho da verdade. A nós, fiéis, cabe proteger e auxiliar o Sacerdote para que possa dedicar0se com afinco à sua missão. Há aí uma ajuda mútua a fim de podermos, todos juntos, praticarmos a fé.

A prática da fé não se resume em pronunciar algumas vezes as orações ou orarmos apenas quando bem entendemos. Mas, sim, em repetir esta prática por váriaz vezes diante do “Gohonzon” independente das circunstâncias. Aos poucos sentiremos o despertar das boas qualidades em nossos corações, o que constitui a essência de Buda. Essa sensação de bem-estar espiritual aos poucos vai se propagando em toda a nossa casam em nossa rua, em nossa cidade, em nosso país, e foi justamente esse o ideal proposto por Nitiren Shonin.
Ter a fé budista não é querer o bem para si próprio somente, e, sim, visar também aos outros, ao país e a toda humanidade.      Como discípulos de Nitiren e de Buda temos grande missão a cumprir, com essa prática da fé tendo como prioridade o que chamamos de Kyoke Shakubuku. (Orientação compassiva para conversão de novos fiéis).
Quando praticamos para nós mesmos, denominamos “prática pessoal” (Jygyo) e quando praticamos em favor de outros: “prática impessoal” (Ketta). ]
A frase “ketta soky jigyo” significa: A prática da fé impessoal já inclui a prática pessoal.
Ou seja, fazer para os outros é fazer por si mesmo.
Este é um dos princípios básicos da prática da fé que nos condiciona ao acúmulo de virtudes e ao recebimento das bênçãos.
No caso de uma empresa, por exemplo, ela progride porque seus funcionários esforçam-se, e, graças a esse esforço, têm um ordenado melhor devido à grande produção da mesma.
Seria o mesmo que trabalhar para os outros em benefício de si mesmo.
A Sony (atualmente uma das mais afamadas marcas de artigos eletrônicos) era uma pequena firma, não muito bem situada economicamente, onde então todos os funcionários aceitaram a redução do ordenado visando, somente, o progresso desta.   Assim, o espírito de coexistência é a essência da nossa religião: se a sociedade melhorar, a nossa vida melhorará, se o Brasil progredir, todos nós progrediremos também.
Para melhor orientarmos sobre esses atropelos da vida é que devemos participar dos cultos nos Templos, e nas residências, e devemos prestar total dedicação ao ato religioso.


Deixe um comentário

A importância da prática do Kushou


“A fé é pronúncia. A não pronúncia e só satisfação não consistem na verdadeira fé.”

Este verso do Mestre Nissen Shonin nos ensina sobre a importância da prática do Kushou, ou seja, a prática da pronúncia do Namumyohorenguekyo.
Para sentirmos a verdadeira satisfação da prática da fé é necessária a pronúncia do Odaimoku.
Existe um ditado popular que diz: “A teoria na prática é outra”.Isso quer dizer que por mais que as pessoas nos ensinem a teoria se, efetivamente, não arregaçarmos as mangas e praticarmos, não entenderemos o verdadeiro significado dessa teoria.
O mesmo ditado pode ser empregado em nossa religião. Nos discursos religiosos (Gohomon) aprendemos que a prática do Odaimoku é primordial, mas se realmente não entoarmos o Namu~kyo, será impossível sentir o valor real, a energia, a força que envolve este Odaimoku.
A verdadeira exteriorização da satisfação da prática da fé está no ato de se entoar a oração defronte ao Gohonzon com voz bem firme e em bom tom.
A prática do Kushou é sem dúvida a forma mais simples de prática religiosa se comparada com outras existentes, tais como meditação, leitura de Sutras, penitências, mortificação do corpo, etc.
Entretanto, como a maioria das atividades do ser humano, mesmo esta simples prática muitas vezes é negligenciada. No mundo atual, diversos fatores nos distanciam desta prática pois a vida é conturbada e cheia de afazeres. São os afazeres da casa, do nosso trabalho, da escola. Existem ainda as comodidades tais como: Televisão, vídeo, cinema, etc.
Isso tudo contribui para um certo distanciamento para com o Gohonzon.
“Porém, não se deve vacilar quando se trata da pronúncia do Odaimoku.
É imprescindível que ela seja regularmente e insistentemente praticada para o recebimento do Goriyaku. Muitas pessoas dizem que praticar o Kushou em voz alta é cansativo. Existe um certo acanhamento em soltar a voz. Mas estes são sentimentos que não podem Predominar entre os fiéis da Butsuryu-Shu.
O Namumyohorenguekyo é uma força magnífica que engloba Budas e Deuses; ensinamentos e caminhos; todos os seres vivos; montanhas e mares; tudo que está no céu e na terra.
Portanto, mesmo que com todas as comodidades da vida moderna, mesmo com todos os afazeres diários, após um dia exaustivo é necessário que se encontre, lá no fundo do sentimento, a força de vontade para sentar defronte ao Gohozen e pronunciar, uma vez mais que seja, o Namumyohorenguekyo.

Fonte: Revista Lotus – 5 – http://www.budismo.com.br


Deixe um comentário

Buddha ou Deus, qual a diferença?


Creio que a história cultural venha a ser o fator que mais dificulta a resposta desta pergunta. Quando Nitiren Daibossatsu iniciou sua pregação no Japão, também passou pelas mesmas dificuldades, precisou evidenciar a existência do Buda Primordial, além da personalidade do Buda histórico, até então único conhecido. Por isso diferenciar não seria a colocação mais correta. Certamente, ao invés de diferenciar, sobrepor um conceito abrangente e único seria a definição mais adequada a esta questão.
Antes de responder, porém, deveríamos analisar qual é a conotação e significado dado a cada uma dessas palavras. Buda é um adjetivo que significa “Aquele que é perfeito”.

No Brasil todos costumam dizer que “Só Deus é perfeito”. Portanto, a partir deste angulo e análise, vemos que fala-se de uma personalidade a partir de nomes e adjetivos diferentes.

Contudo, chamam de Deus o que nunca viram de forma física ou que esteve presente alguma vez na história da humanidade. No budismo quando dizemos “Buda Primordial” nos referimos ao Ser e energia que rege o universo e que nos pregou pessoalmente o Sutra Lótus, mais especificamente os Oito Primeiros Capítulos do Caminho Primordial do Sutra Lótus, e mais, comprovou sua condição e vida eterna invocando os Bossatsu Emergidos da Terra. Acima de tudo também, nos deixou a fórmula “Namumyouhurenguekyou” da iluminação, para que pela fé e compaixão, pudéssemos sem discriminações sermos conduzidos a plena felicidade.

Também, não aceitamos de maneira alguma um Deus que cria, descria, manipula o destino, conduz ao céu os bonzinhos e castiga os malvados. Isso tudo sim é “criação” de manipuladores religiosos que impuseram a religião por meio de superstição, medo e temor. A história registra bem tudo isso que aconteceu e ainda acontece.

Para não cairmos nesta discussão terminológica que não traz nenhum tipo de beneficio é que, costumeiramente denominamos a entidade divina suprema de Buda Primordial. Está acima de qualquer tipo de Buda, Deuses, divindades e outros.


5 Comentários

Buddha Primordial e Buddha Histórico você sabe a diferença?


O Buda Primordial (Kuon no Honbutsu) como o próprio nome diz é “Primordial” é “Original”. Não tem começo nem fim. É a divindade única que rege o cosmos e que na história da humanidade, no momento da pregação dos Oito Primeiros Capítulos do Caminho Primordial do Sutra Lótus (Honmon Happon e somente durante este trecho) através do corpo físico do Buda Histórico revelou sua existência, identidade e acima de tudo, pessoalmente nos transmitiu os ensinamentos.
Portanto, podemos dizer que vimos pessoalmente a divindade e que, pela soberba compaixão e presença fez da Terra a Terra Pura ao nos pregar os ensinamentos -(o Namumyouhoureguekyou)- fez de nós os seres mais privilegiados dentre os seres.
Já o Buda Histórico, dentre incontáveis mundos do universo é o Buda encarregado (pelo Buda Primordial) aqui da terra. É claro que é uma emancipação do Buda Primordial, ou seja, uma manifestação física e transitória que nasceu com a missão de nos ensinar sob a mesma forma “humana” e passando pelos mesmos obstáculos mundanos, conseguiu atingir a iluminação e, principalmente expandi-Ia.
Justamente por ser transitório não é correto tê-lo como objeto de veneração. Justamente por isso que nos templos da Butsuryu-Shu não existem estátuas de Buda , ao contrário de tantos outros templos budistas. Não podemos venerar algo temporário, sujeito a mutabilidade e, por mais iluminado que seja, essa iluminação não pode ter acontecido agora pela primeira vez.
A forma de venerarmos o Buda Primordial é venerando-o na sua forma espiritual , a do Gohonzon. Não na estátua de Buda, pois o próprio Buda baniu tal forma de devoção. Toda vez que oramos o Odaimoku incorporamos o Buda Primordial e recebermos a virtude da sua iluminação.

Visite: WWW.BUDISMO.COM.BR


Deixe um comentário

Informações sobre o Budismo Pimordial


Para obter informações sobre o Budismo Primordial visite o site oficial da Honmon Butsuryu-Shu do Brasil

Se quiser tirar suas dúvidas ou apenas saber mais sobre o Budismo Primordial no RS é só deixar um comentário que responderemos o mais rápido possível.

!