Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”


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Programa Despertar Budista – Programa 4 FEV 2011


Arigatougozaimashita,

Nos dias 2 e 3 de março de 2011 receberemos a visita aqui no Rio Grande do Sul do Arcebispo do Brasil da Honmon Butsuryu-Shu Kyohaku Correia.

Mais um programa Despertar Budista para você acompanhar.

Programa 4 – FEV 2011

Arigatougozaimashita

 


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Cont…Introdução ao Sutra Lotus (Final)


 

Cap. 15º Os Bossatsus Emergidos da Terra Cap. 19º As Virtudes dos Discípulos
Cap. 16º A Imensurável Vida de Buda Cap. 20º O Bossatsu Fukyou que jamais Despreza
Cap. 17º Classificação das Virtudes Cap. 21º A Força Divina de Buda
Cap. 18º As Virtudes da Gratidão Cap. 22º A Concessão
E, quanto ao Grande Dharma revelado nos Oito primeiros Capítulos do Caminho Primordial, afirma: “Nitiren abstém-se do amplo e resumido, venera apenas a essência, isto é, as cinco sílabas do MyoHorengekyo” (Goibun Shukussatsu pág.1042).

O Dharma revelado no Ippon Nihan (Um Capítulo e Duas metades) sem dúvida alguma é verdadeiro, entretanto diz respeito particularmente à prova intema (Go-Naishou) o Buda Primordial, somente venerável pelos contemporâneos de Buda. Para nós que viveríamos numa era posterior à sua destinou-nos sua alma por intermédio do Bossatsu Jyougyou e portanto não há como recebê-la senão pelas mãos deste grande Bossatsu. Seria como sabermos da existênciade um tesouro e não termos como alcançá-lo. Seria como observar o tesouro de outrem. Em outras palavras, não nos seria útil. Por estas razões é que o trecho do Ippon Nihan, separado dos demais capítulos que completam os oito é chamado de “O caminho Prirnordial Embutido no caminho Provisório” (Shakutyuu no Honmon), semelhante à sombra do Caminho Primordial. Em vista disso, o Honmon Happon que recebemos é o Caminho Primordial da Terra Primordial (Honji), exatamente aquele que nos foi transmitido. “A Religião do Caminho Primordial do Sutra Lótus é a Butsuryu-Shu. (Religião Estabelecida pelo Buda Primordial) [abreviação] A Religião do Caminho Primordial do Sutra Lótus é aquela que distingue a superioridade do Primordial sobre o Provisório, adota o “Um capítulo e Duas Metades”, de seu interior extrai a quintessência, o Namumyohorenguekyo, e transmite-o ao Bossatsu Jyougyou, que revela na era Mappou estas cinco letras (Myo-Ho-ren-Gue-Kyo) como o Verdadeiro Dharma (Honpou). Apenas estas cinco letras representam a causa e essência do Verdadeiro Dharma. O “Um Capítulo e Duas Metades” representa o Caminho Primordial da Era de Buda (Zaisse), mas não é a Causa e Essência do Caminho Primordial do Passado Remoto (Kako Kuon Gueshu no Honmon). Por ser o tipo de bênção que os contemporâneos de Buda receberam (Dattyaku), o “Um Capítulo e Duas Metades” é Caminho Primordial, mas embutido no Caminho Provisório. Por isso, comparado ao verdadeiro Caminho Primordial, é uma versão traçada pela provisoriedade”.
(Mestre Nissen. Doutrina Butsuryu. Butsuryu Seiten pág.803)

O Capítulo “A Imensurável vida de Buda” é destinado a seus contemporâneos. Somente o Odaimoku é a causa e essência da Era Mappou. (Verso n. 1400)

Os Oito Capítulos são a parte da expansão da causa e essência na era pós Buda.

O Um Capítulo e Duas metades a bênção dos contemporâneos de
Buda. (Verso n. 2269) * Interpretação do Livro Gohomon Yougo Jiten pág 74, 1973. Nitijyu Ishii.


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Mais fotos do Festival Primordial


Arigatougozaimassu,

Mais fotos do Festival Primordial agradecimentos ao Kyougyou Amaral.

Esse ano foi incrível, mas com certeza teremos muito mais Festivais para podermos curtir e expandir o Dharma.

Fotos no  Flickr

Arigatougozaimassu.


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Fotos do Festival


Arigatogozaimassu,

Como prometi, posto agora as fotos do Festival. Desculpe a demora.

Durante a semana vou adicionando novas fotos.

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Sutra Lótus


O Verdadeiro Ensinamento

O Budismo nasceu na Índia no século V a.C. quando Sidarta Gautama atingiu a Iluminação e se tornou Buda – O Iluminado. Historicamente esse é o começo do Budismo. Porém, sabemos pelos ensinamentos que Buda em sua identidade primordial, bem como o Budismo Primordial HBS, sempre existiu, nunca morreu. E o que não morre não precisa ressuscitar.


Demônios atormentando Buda quando estava prestes a atingir a Iluminação

Buda apenas ressurgiu há aproximadamente 2.500 anos para nos mostrar o caminho. Nenhum outro grande mestre religioso pregou como Buda, tanto em tempo e espaço, quanto em quantidade, profundidade e diversidade.

Depois regressou ao seu estado primordial. É válido salientar que antes de seu regresso, o fato de ter deixado seu discípulo primordial, Jyougyou Bossatsu (Nitiren Daibossatsu), para dar continuidade na missão de expansão, foi de fundamental importância. Pois nessa atual era denominada Mappou (Era de Decadência), só podemos seguir os ensinamentos do Sutra Lótus, baseando-nos na ótica de Jyougyou Bossatsu que renasceu em 16 de fevereiro de 1222 na pessoa de Nitiren Daibossatsu.

Sem a orientação de Nitiren Daibossatsu e também seus sucessores, Nitiryu Daishounin e Nissen Shounin, indubitavelmente acabaríamos por praticar o Sutra Lótus de maneira incorreta e, portanto, herética. Pois o Buda deixou explícita a mensagem de que seria o Sutra Lótus o único Sutra a ser seguido, sem margem de possibilidade de adoção de outro tipo de ensinamento. O Sutra Lótus é o Sutra que contém a iluminação completa do Buda Primordial. Os demais sutras que foram pregados por diversos motivos ou para o preenchimento de uma determinada necessidade, são considerados sutras provisórios.


O Sutra Lótus é Supremo, para onde todo o bem retorna (Manzen Doukikyou).

Cada Sutra, cada ensinamento e cada divindade possui uma atribuição e poderes diferenciados. Porém, o Sutra Lótus e o Buda Primordial revelado entre o 15º e 22º capítulos, reúnem todos esses poderes num só, e assim favorecem a prática do devoto, concedendo-lhe bênçãos e conduzindo-o à iluminação.

O Sutra Lótus é um Sutra revelado com o objetivo de salvar todos os seres, independente da sua capacidade ou condição.

 

Extraído do livro “Liturgia da Honmon Butsuryu-Shu 1ª Edição, 2006”


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Prática da Fé


Shugyo significa uma incansável pratica, e estudo, de uma determinada matéria religiosa.
Shu – incorporar em si aquilo que experimentou.
Gyo – andar para frentem levantando alternadamente cada perna. Resumimos como prática da fé.
Aquele que pratica a fé é um fiel que, através da prática, desperta seu Buda interior, reunindo-se, assim, a sua essência original e divina. Se é fácil ou difícil não é a questão.
O que importa é que é possível, que Buda nos demonstrou essa possibilidade, deixando-nos meios e ensinamentos para superarmos todas as dificuldades, as quais ele mesmo passou. Em uma de nossas orações temos a mensagem seguinte:
“Rogo para que vida após vida, mundo após mundo, converta todos os seres e que jamais por toda a eternidade abandone a prática da fé” assim, nos conscientizamos de que somente a prática da fé, ininterrupta, poderá concluir essa prece e juramento.
Curiosamente, esta oração é feita antes das refeições, com o seguinte significado.
Tendo a gratidão pelo alimento como algo obviamente fortificante, claro, deverá demonstra-la no cumprimento da razão de estar se alimentando.
Nosso corpo se fortalece, fisicamente, pela ingestão do alimento que nos é concedido, para lutarmos, nitidamente, pela felicidade dos seres e nosso espírito se fortalece na prática incansável da pronúncia e do trabalho pela expansão do Namumyohorenguekyo.
A prática da fé não depende da cultura de um indivíduo. Existem pessoas que são conhecedoras profundas da filosofia budista, mas isso não quer dizer que sejam mais religiosas, ou portadoras de maior espírito de fé, que as ignorantes no assunto.
Na HBS, é considerada mais importante a prática, do que a teoria budista, pois Nitiren Shonin já a estudou em nosso lugar, deixando que nós a praticássemos, traçando o caminho que devemos seguir.
Também há quem tente imita-lo, porém, levariam vidas para concluir e não sobraria tempo para a prática que é o essencial.
Certa vez um devoto perguntou a Nitiren Shonin se havia diferença entre a sua oração, como um homem humilde e leigo, e a oração feita por um grande mestre como ele.
Nitiren indagou-lhe se havia diferença entre uma vela acesa por uma criança e outra por um adulto.
Disse, também, que a força do Namumyohorenguekyo não está na palavra da pessoa e sim na fé com que a pronunciamos.
Se a prática da fé fosse tão difícil, e que só uma determinada categoria de pessoas pudesse praticar, apenas essas pessoas conseguiriam salvação.
Mas para a oração do Namumyohorenguekyo, todos os seres entre o céu e a terra merecem a paz eterna.
O orientador dos estudos religiosos, na HBS, é chamado de Sacerdote. Ele é encarregado de ministrar os ensinamentos e, ao mesmo tempo, orientar os fiéis para que não percam o caminho da verdade. A nós, fiéis, cabe proteger e auxiliar o Sacerdote para que possa dedicar0se com afinco à sua missão. Há aí uma ajuda mútua a fim de podermos, todos juntos, praticarmos a fé.

A prática da fé não se resume em pronunciar algumas vezes as orações ou orarmos apenas quando bem entendemos. Mas, sim, em repetir esta prática por váriaz vezes diante do “Gohonzon” independente das circunstâncias. Aos poucos sentiremos o despertar das boas qualidades em nossos corações, o que constitui a essência de Buda. Essa sensação de bem-estar espiritual aos poucos vai se propagando em toda a nossa casam em nossa rua, em nossa cidade, em nosso país, e foi justamente esse o ideal proposto por Nitiren Shonin.
Ter a fé budista não é querer o bem para si próprio somente, e, sim, visar também aos outros, ao país e a toda humanidade.      Como discípulos de Nitiren e de Buda temos grande missão a cumprir, com essa prática da fé tendo como prioridade o que chamamos de Kyoke Shakubuku. (Orientação compassiva para conversão de novos fiéis).
Quando praticamos para nós mesmos, denominamos “prática pessoal” (Jygyo) e quando praticamos em favor de outros: “prática impessoal” (Ketta). ]
A frase “ketta soky jigyo” significa: A prática da fé impessoal já inclui a prática pessoal.
Ou seja, fazer para os outros é fazer por si mesmo.
Este é um dos princípios básicos da prática da fé que nos condiciona ao acúmulo de virtudes e ao recebimento das bênçãos.
No caso de uma empresa, por exemplo, ela progride porque seus funcionários esforçam-se, e, graças a esse esforço, têm um ordenado melhor devido à grande produção da mesma.
Seria o mesmo que trabalhar para os outros em benefício de si mesmo.
A Sony (atualmente uma das mais afamadas marcas de artigos eletrônicos) era uma pequena firma, não muito bem situada economicamente, onde então todos os funcionários aceitaram a redução do ordenado visando, somente, o progresso desta.   Assim, o espírito de coexistência é a essência da nossa religião: se a sociedade melhorar, a nossa vida melhorará, se o Brasil progredir, todos nós progrediremos também.
Para melhor orientarmos sobre esses atropelos da vida é que devemos participar dos cultos nos Templos, e nas residências, e devemos prestar total dedicação ao ato religioso.


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Gohoumons são os ensinamentos do Grande Mestre Nissen Shounin transmitidos pelos monges da HBS em cultos nos templos.
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