Honmon Butsuryu-Shu – Porto Alegre

“Perfeição não é fazer tudo certo é haver equilíbrio em tudo”

Orientação para novos Fieis da HBS.

4 Comentários

Primeiras Lições

Ao se converte à nossa religião,após ser apresentado por um padrinho ou madrinha.  Preencherá a ficha de inscrição e a partir daí fará parte de um grupo do templo. Essa ficha de inscrição, na verdade é uma proposta de conversão ao Budismo e pode ser feito via internet no site da HBS esse é uma iniciativa inovadora da Honon Butsury Shu que auxilia na divulgação e expansão do Budismo no Brasil e em outros paises. Quando você fizer seu cadastro no site alguns dias após um do monges entrará em contato com você para verificar sua intenção em se converter e marcar uma visita para conhce-lo melhor e passar todas as informações necessárias.

Esse encontro é muito importante e necessário para que o novo fiel aprenda suas responsabilidades e condutas para as práticas que serão realizadas diariamente. São elas:

1 – Aprender a dirigir preces no altar de sua residência;

2 – Fazer amizade com o chefe de grupo; (se possivel)

3 – Aprender a comparecer aos cultos dos templos; (se possivel)

4 – Quando um chefe de grupo (Sacerdote, Auxiliar Sacerdotal…) visitar sua casa, recebê-lo cordialmente;

5 – Não emprestar nem pedir empréstimos de dinheiro entre os fiéis.

Sabendo disso vamos falar um pouco de nossa religião no Brasil. A religião Budista Honmon Butsuryu-Shu do Brasil, possui 11 templos tendo como sede o Templo Central Nikkyoji em São Paulo.

Os fiéis de cada templo são divididos em grupos ou em cidades (Kumi). Essa divisão é baseada em localidades onde existem aglomerados de fiéis, que por sua vez recebem o nome do bairro ou da cidade.

“Okyuji” da manhã

A palavra “okyuji” significa servir. Essa palavra assume uma importância maior que a própria prática da oração do Namumyouhourenguekyou e do aprendizado dos ensinamentos. A prática de servir possui essa importância, porque para nós o “Gohonzon” (Imagem Sagrada) está vivo. Pensando dessa maneira, devemos respeitá-lo e venerá-lo como tal, atitude essa para nós, uma demonstração de fé. Desse modo, nós sempre estaremos protegidos por Ele, recebendo sua graça (Goriyaku) constantemente. Portanto servir o “Gohouzen”, significa limpar o altar diariamente, fazer oferendas, etc. Mas antes de entrar no assunto em relação à limpeza falaremos antes sobre o altar. Na nossa seita, não existe um padrão estético de altar.  Existem altares de tamanhos diferentes, de formatos diferentes e assim por diante. Mas é importante ressaltar que o seu interior seja padronizado, ou seja, que possua no mínimo dois patamares, o superior reservado exclusivamente para o “Gohonzon” e o inferior para os objetos que compões o altar. Esses objetos consistemm em um ou dois castiçais, um vasilhame para depositar incensos, um vasilhame de água (do tamanho de um copo), um ou dois vasos de flores e um livro de registros de falecidos da família. Os outros acessórios podem ser dispensados. Fora do altar, devemos ter o sino ou o “orin” que é usado pelas pessoas que comandam um culto. Os objetos de limpeza devem ser exclusivos do Gohouzen. Ou seja, não devemos usar panos de cozinha para limpar o altar, assim como não usamos pano de limpar o chão para limpar os pratos. A limpeza do Gohouzen, obviamente deve ser feita pela pessoa que pratica a fé e não por uma faxineira que limpa a casa. Devemos entender que o Gohouzen é quase intocável e só as pessoas mais aptas devem limpá-lo para evitar um procedimento errado.

Dados esses detalhes, vamos ao procedimento da limpeza do altar.

Em primeiro lugar devemos acostumar a usar o “masku” ou o “fukumen” (máscara que cobre o nariz e a boca). Isso para evitar que o ar que expiramos não atinja o Gohouzen e a seus objetos. Feito isso, devemos primeiramente trocar a água do Gohouzen, que fica dentro de um pequeno vasilhame colocado no centro sobre o patamar inferior. Essa água ao ser trocada deve ser despejada dentro de um copo (também exclusivo) para ser bebida e não jogada fora. Para colocar o “Hatsu mizu” (primeira água do dia) no Gohouzen, devemos encher da torneira em um copo separado e depois ser despejada dentro do vasilhame. Depois disso vamos limpar o altar e seus objetos. Quanto ao “Gohonzon” o quadro onde está escrito o “Namumyouhourenguekyou”, a limpeza deve ser feita de forma periódica e sob orientação.

A limpeza do altar deve ser feita rigorosamente todos os dias, de preferência na parte da manhã. Como não nos sentimos bem em morar num lugar sujo, o Gohouzen também se sente mal sem a limpeza. Após a limpeza, simbolicamente esterilizamos ou purificamos o altar com o “Hiutichi”, ou seja, com a faísca produzida por uma pedra e uma lima em atrito. Essa faísca seria o fogo que queima e elimina as sujeiras que produzimos durante a limpeza.

Quanto ao Gohouzen o importante é a nossa primeira refeição ou seja, o café e o pão devem ser colocados todos os dias. Muitas casas ou o próprio templo servem o arroz (cozido) dentro de uma taça, isso porque mantém a tradição do Japão onde a primeirarefeição é o arroz. As outras oferendas como frutas, guloseimas,biscoitos, etc., também podem ser servidos. Mas os alimentosperecíveis devem ser retirados logo, porque seu aspecto torna-seruim. Geralmente retira-se meia hora depois de servir. Todas asoferendas devem ser servidas antes de comermos. Devemos semprecolocar em mente que devemos servir primeiro o Gohouzen. As flores não devem artificiais e devem ser substituidas quando murcharem e trocar sempre a sua água para evitar o mau cheiro e possivel proliferação larvas de insetos que possam causar doenças como é o caso da Dengue. Tudo o que foi dito até agora parece desnecessário e trabalhoso demais. Mas se nós tomarmos o cuidado necessário para com o Gohouzen nós sempre estaremos protegidos por Ele, demonstramos respeito e isso faz com que acumulemos mais “Kudoku” (virtudes), para recebermos o Goriyaku. Dito isso, passaremos para a segunda prática mais importante que é o “Kushou”.

Kushou

Denominamos de Kushou a prática do Odaimoku (titulo do Sutra Lotus) que é pronunciar repetidas vezes o mantra  sagrado Namumyouhourenguekyou. Essa prática é de suma importância. Ela é tão importante quanto o ar que respiramos para nossa sobrevivência. Tudo gira em torno dela. Para que possamos sentir o efeito dessa prática, é necessário, antes dequalquer coisa, sentir que o Namumyouhourenguekyou esteja vivo. Em outras palavras, devemos acreditar e confiar. O Mestre Nitiren, ao longo de sua vida, pesquisou e estudou todas as religiões, chegando à conclusão de que a única prática que possibilita a nossa salvação seria somente a pronúncia do Namumyouhourenguekyou.

Seria inútil tentar explicar o seu significado, uma vez que, ao fazê-lo, teremos que recorrer às escrituras e pergaminhos desde os tempos do Buda histórico. Se o Mestre Nitiren dedicou sua vida estudando para transmitir essas palavras, devemos aceitá-las e praticar a sua pronúncia. Para provar que é sagrada basta lembrar que o próprio Mestre Nitiren, por varias vezes, foi salvo pronunciando essa palavra. E

A fé que praticamos não consiste em entender o significado da palavra sagrada e muito menos em aprender a teoria budista. Se nós desejamos receber o “Goriyaku do Gohouzen” basta somente participar do Kushou. Para explicar melhor daremos um exemplo de nosso dia-a-dia. Quando contraímos uma doença muito grave, logicamente vamos ao médico. O médico examina e receita um remédio, garantindo que tomando-o nos curaremos. Será que nessa hora duvidaremos da palavra do médico? Será que tentaremos saber o conteúdo do remédio lendo sua bula? Nesta hora logicamente ninguém fará isso. Acreditará no médico e tomará o remédio prontamente. Quando praticamos a HBS devemos proceder da mesma maneira. Assim como no exemplo dado, a doença não será curada lendo a bula e sabendo seu significado, nós também não conseguiremos a nossa salvação ou receber o Goriyaku lendo ou entendo as escrituras e teorias budistas. Pronunciar o Namumyouhourenguekyou seria ao ato de ingerir o remédio. Enfim, podemos dizer que toda força e energia estão contidas na palavra Namumyouhourenguekyou.

Como pronunciar
Toda a prática exige certas regras, métodos e disciplinas. Sem elas, qualquer objetivo que tentamos alcançar, seria impossível. Na nossa religião o Kushou não é diferente das demais práticas. Para conseguirmos receber o Goriyaku, não devemos pronunciar a palavra sagrada de qualquer modo. Devemos fazer o máximo possível para concentrarmos na oração. Essa concentração consiste em fixar os olhos no quadro onde está escrito o Namumyouhourenguekyou sem desviar a atenção, pronunciando essa palavra com voz alta e nítida para que outras pessoas possam ouvi-la. Quanto à postura, a coluna deve estar sempre ereta e firme. Quando estamos orando no altar da residência devemos tomar certas precauções a fim de não incomodarmos outras pessoas. Dependendo do local e horário, é necessário controlar a altura da voz.

Okankin

O Okankin é a oração que fazemos no altar da nossa residência na parte da manhã e da noite. Rezamos na parte da manhã (antes de sair pro trabalho, escola, compra, passeios, etc.), para que possamos viver imunes a qualquer perigo que possa ocorrer durante o dia. E à noite a oração é feita para agradecer pelo dia que transcorreu. É recomendado ao fiel que proncie o Namumyouhourenguekyou no minimo 10 minutos a cada oração o que corresponde a 1000 recitações. Pode parecer difícil mas com a prática diária verá que é muito fácil e só trás beeficios.

Houbou

Na HBS a prática do Houbou é tão grave quanto matar nossos próprios pais.

Desmembrando a palavra japonesa, teremos: Hou que diz respeito ao Hokekyou Sutra Lótus e o Bou que significa desprezo, desobediência e dúvida. Assim podemos dizer que “Houbou” é todo ato contrário aos ensinamentos religiosos. O “Hokekyou”, palavra citada acima, é a grande lei da salvação do ser humano que nos permite receber o Goriyaku (proteção) do passado, presente e futuro. Quando praticamos orações na parte da manhã e da noite, logo no início nós pronunciamos o Mushirai Houbouzai Shoushometsu … Isso significa que estamos fazendo penitência por termos praticado o “Houbou” na vida passada e na vida atual, prometendo, ao mesmo tempo, que não praticaremos o “Houbou” e nos dedicaremos de corpo e alma à prática do Odaimoku (repetição do Namumyouhourenguekyou).

Vamos enumerar alguns exemplos de prática do “Houbou”:

I – Participar de cerimônias religiosas de outras seitas no intuito de buscar algum tipo de proteção. E óbvio que nós não somos rigorosos a ponto de não permitirmos que se participe de casamentos religiosos de formaturas ,etc.;

II – Recorrer a videntes, acreditar em quiromancia, búzios para “saber” do nosso, futuro. Nós não acreditamos em videntes, profetas ou qualquer que seja o indivíduo que diz possuir poderes sobrenaturais para “ver” o futuro. Isso é pura bobagem;

III – Fazer “encomenda” para prejudicar alguma pessoa ou recorrer a algum benzedeiro ou “curador” na intenção de reestabelecer a saúde de alguém;

IV – Adorar ou expor imagens ou figuras de Santos de outras religiões. Muitos fiéis sem nenhum conhecimento, fixam na parede de suas residências objetos artísticos com temas religiosos ou figura de santos. Outros compram o “Buda da Sorte” (estatueta de um monge sentado com uma barriga avantajada) colocando-o de costas para melhorar ou manter a situação financeira. Devemos dizer que esse “Buda” nada tem a ver com o Budismo. É uma crença barata que enriquece os fabricantes e os comerciantes dessa imagem;

V – Averiguar a força de nossa religião aventurando-se em outras seitas estudando-as. Esse procedimento não é recomendável por ser extremamente perigoso para nossa mente. Ler e conhecer outras religiões é permitido somente se a pessoa não se engaje na leitura, ou na cerimônia, ou seja, que ela não se envolva a ponto de ser um participante;

VI – Participar de romarias em cidades ou templos religiosos;

VII – Comemorar dias santos. Os fiéis de nossa seita não comemoram um Natal, comemoram todos, a Páscoa etc. Essas datas têm um profundo significado religioso e seria incoerente sua comemoração. Mas como hoje, todos trocam presentes sem saber seu significado, nós também podemos fazê-lo. Para nós, os feriados dos dias Santos são apenas para descanso. Quanto ao fato de não comer carne na Semana Santa dispensa comentários. Comprem e comam à vontade porque é nessa semana que é mais barato. Enfim, qualquer coisa referente à outra religião que nos distacie da nossa, é considerado Houbou.

Existe um ensinamento que diz: “Assim como a lua não se expõe enquanto existir nuvens no céu, o Goriyaku (proteção) também não aparecerá enquanto existir o Houbou”.

Por isso, no caso de alguma dúvida sobre o “houbou”, pergunte a um bispo ou sacerdote.

Gohoumon

O “Gohoumon” é o discurso religioso proferido pelos sacerdotes nos cultos, visando o ensinamento da prática da fé.

A denominação “Gohoumon” foi feita pelo Mestre Nissen (1817~1891), justamente para diferenciar os termos usados por outras religiões e ensinar os verdadeiros ensinamentos de Buda. O “Gohoumon” é, para os fiéis, o alimento da fé. Sem Ele é como o corpo que enfraquece por falta de vitamina.

Para recebermos o “Goriyaku” (proteção do Gohouzen), é necessário praticar a fé corretamente. Isso nós só conseguiremos ouvindo o “Gohoumon”.

Abaixo, alguns itens em relação aos cuidados que devemos tomar em ouvir os “Gohoumons”.

Ouvir com Seriedade

Infelizmente existem muitos fiéis que praticam a religião há muito tempo, mas nunca receberam o “goriyaku” e não conseguem superar as dificuldades do dia-a-dia. Esses são os fiéis que não ouvem o “Gohoumon” com seriedade. Na hora do “Gohoumon” ele pensa no trabalho, na família, no futebol ou simplesmente, tira uma soneca, ou ainda ficam a contemplar os espaços siderais e outras coisas. É uma pena que isso aconteça, porque desperdiçam a oportunidade de fortificar a fé.

Nós devemos sempre pensar que nunca mais ouviremos aquele “Gohoumon” novamente, na qual poderia estar a semente de um Goriyaku futuro.

Respeito ao Ouvir

O “Gohoumon” não pode ser alvo de críticas. Não se pode dizer que o “Gohoumon” foi bom ou que foi ruim, que gosta do “Gohoumon” de tal sacerdote, etc. Devemos pensar que o “Gohoumon” é o discurso do próprio Buda e não do sacerdote que o profere.

Goyushi

“Goyushi” é toda doação voluntária que fazemos, tanto em dinheiro como em objetos para o templo, para a Ajub, ABC, etc.

Existem vários tipos de Goyushi, por exemplo: podemos fazer Goyushi, em dinheiro, como agradecimento por conquistas pessoai.Podemos também fazer Goyushi em materiais de limpeza, ou mesmo comestíveis, quando ocorre algum evento no templo que disso necessite.

Além disso tudo há o Goyushi específico que se faz para comprar velas para o Gohouzen (Onrousokuryo), para compra de flores para o Gohouzen (Ohanaryo).

Em princípio não são estabelecidas quantias determinadas para o Goyushi. Como são doações voluntárias, fica a critério do sentimennto da pessoa que efetua o Goyushi. Porem, como o Goyushi traduz o seu sentimento, deve-se praticá-lo nas máximas possibilidades. Como se pode perceber o Goyushi tem dois importantes itens:

I – pratica-se o Goyushi no sentido de zelar pelo Otera, não deixando que nada lhe falte;

II – praticar o Goyushi no sentido de esforçar-se para que a expansão da nossa religião seja fortalecida. Existem também as doações destinadas às grandes construções (Kinen-goyushi), que poderão ter valores pré-determinados, para orçamento, por exemplo, a fim de firmar contratos, para determinados objetivos. Portanto, o Goyushi não deve ser Ekou (ou Goeko) é geralmente considerado como a prática do culto aos antepassados. Nós, como fiéis da Honmon Butsuryu-Shu recebemos a bênção do “Gohouzen” de poder de pronunciar o “Namumyouhourenguekyou” e através desse “Kudoku” transferir às almas mortas o “Kahou” de entrar para o mundo de Buda, o Nirvana. Dentro da Religião Honmon Butsuryu-Shu existem vários tipos de preces, de orações (“Gokigan”) e para que essas preces sejam atendidas, concretizadas é necessário, acima de tudo, da prática do “Kushou”, ou seja, da prática da pronúncia constante do “Namumyouhourenguekyou”. Porém acima das preces (Gokigan) existe a prática do “Ekou” aos antepassados.

O sentido da palavra Ekou, de acordo com o ideograma japonês, significa transmitir o Kudoku que nós acumulamos para outras pessoas e contribuir para que essas pessoas consigam receber o Goriyaku e com a alegria do recebimento deste Goriyaku, o retorno a nós em forma de Kahou. Por isso, na realidade, o Ekou pode ser tanto para os mortos quanto para os vivos, pois, nós vivos também necessitamos e almejamos a paz pessoal e a harmonia do Universo. Portanto não se deve esquecer de fazer Ekou perante ao Gohouzen. Consta nos ensinamentos da nossa Religião a importância de quando for uma data especial de falecimento, ir no templo e prestar oração a essa alma.

O Ekou não é só para os nossos parentes mortos, pode ser também para as almas dos amigos mortos.

Para nós fiéis da Honmon Butsuryu-Shu um Ekou importante é a reverência aos Grandes Mestres”. (artigo posterior) Todos os dias deve-se praticar o Ekou para assim receber o Goriyaku e o dia transcorre sem acidentes. Dentro da nossa Religião temos, o Livro de Antepassados (Kakotyou) de nosso oratório residencial ou do nosso Templo, onde deve ser inscrito os nomes de todos os falecidos para o Ekou em seus respectivos dias de falecimento, evitando esquecimentos e/ou acúmulo “Oihai” e papeizinhos dentro no do nosso oratório.

Conforme os ensinamentos, então, a prática do Ekou aos antepassados é muito importante e para tanto existem várias datas comemorativas de morte. Para essas comemorações especiais existe uma tabela que nos diz quais serão os anos especiais.

Primeiro ano, terceiro, sétimo, décimo terceiro ano, etc.

Fonte: Revista Lótus nº 93 Pg 01

Autor: Honmon Butsuryu-Shu

Blog para divulgação do Budismo Primordial da HBS - Honmon Butsuryu-Shu em Porto Alegre, RS - Brasil. Nosso Twitter @HBS_PortoAlegre

4 pensamentos sobre “Orientação para novos Fieis da HBS.

  1. como posso me escrever para ser um novo membro?

    • Arigatougozaimashita Luciana,
      Fico muito feliz no seu interesse em fazer parte da Honmon Butsuryu-shu.
      O procedimento é bem simples e fácil.
      Você pode preencher o cadastro neste link http://www.budismo.com.br/?pg=converta_se_ao_budismo
      Na segunda quinzena de fevereiro o Arcebispo da HBS Odoshi Corrêia virá para Poa para fazer a conversão do meu filho e se for sua vontade podemos marcar a sua, vou conversar com o Odoshi.
      Preencha o cadastro para novo membro.
      Terei o maior prazer em orienta-la no que for preciso para que possa realizar suas práticas diárias.
      Seja Bem vinda ao Budismo Primordial – Honmon Butsuryu-Shu
      Arigatougozaimashita

  2. Arigatougozaimassu Luciana,
    Não precisa se desculpar em nada.
    Que bom que voltou a nos visitar, isso demonstra um elo formado a fovaor do Dharma.
    Enviei um e-mail para você no início do mês para convida-la para vir a minha casa para conhecer os Monges e participar do batizado do equeno Yuri.
    Comentei com o Arcebispo Kyohaku Correia seu interesse em fazer parte da HBS.
    Como ocorreu mudancas no site http://www.budismo.com.br o link para conversão mudou. Agora é http://www.budismo.com.br/converta.php.
    Agora de 2 em 2 meses teremos a visita de um dos Monges da Honmon Busuryu-Shu aqui no Rio Grande do Sul que será responsavel pelos cultos em nossas cidades, nas orientações e conversões em nosso estado.
    Qualquer orientação que precisar ou se tiver alguma dúvida é só entrar em contato
    Arigatougozaimashita.

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